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O ACNUR nas Américas

Argentina: Família de refugiados senegaleses em sua casa na Argentina.

© ACNUR/ Sub.Coop

Argentina: Refugiado albanês na Argentina recorda sua família por meio de fotografias.

© ACNUR/ Sub.Coop

Argentina: Refugiado nigeriano realiza seu sonho de ver as geleiras argentinas.

© ACNUR/ Sub.Coop

Argentina: Sankou, Refugiado Senegalês, com o ator Osvaldo Laport (Embaixador da Boa Vontade da ACNUR), depois de ter participado em um episódio da novela.

© ACNUR/ De Carli

Argentina: Refugiados de diferentes países reunidos para assistir um jogo da Copa do Mundo, na Argentina.

© ACNUR/ De Carli

Argentina: Refugiados trabalhando em uma oficina em Buenos Aires.

© ACNUR

Brasil: Mulher congolesa refugiada com sua família no Rio de Janeiro, Brasil.

© ACNUR/ L.F.Godinho

Brasil: Um casal de refugiados palestinos reassentados no Brasil mostra suas almofadas com os logos dos dois maiores times de futebol do Rio Grande do Sul, onde vivem.

© ACNUR/ L.F.Godinho

Brasil: Um casal de refugiados Palestinos em uma mesquita local em sua cidade de reassentamento.

© ACNUR/ V.Graziano

Brasil: Um refugiado somali participa de evento do Dia Mundial do Refugiado no Rio de Janeiro.

© ACNUR/ J.Galvão

Brasil: Refugiados congoleses celebram no Rio de Janeiro dançando uma música típica do seu país.

© ACNUR/ L.F.Godinho

Brasil: Três refugiados de diferentes nacionalidades (Colômbia, Palestina e Serra Leoa) se unem em um time de futebol brasileiro apoiado pelo ACNUR.

© ACNUR/ L.F.Godinho

Chile: Chegada de refugiados palestinos a La Calera (Chile) em 2008, após viverem anos no campo de Al Tanf, em uma área conhecida como “Terra de Ninguém”, entre o Iraque e a Síria.

© ACNUR

Chile: Crianças do Sri Lanka refugiadas no Chile.

© ACNUR/ D.Guerrero

Chile: Refugiada Ruandanesa no Paseo Ahumada, centro da cidade de Santiago do Chile.

© ACNUR/ I.Carmona e D.Guerrero

Chile: Celebracao de carnaval do Dia Mundial do Refugiado na biblioteca de Santiago de Chile.

© ACNUR/ I.Carmona e D.Guerrero

Chile: Familia de refugiados Colombianos em uma clínica veterinária.

© ACNUR/ I.Carmona e D.Guerrero

Chile: Crianças refugiadas celebrando o Dia das Crianças com seus amigos Chilenos.

© ACNUR

Colômbia: Como resultado de deslocamento forçado, milhares de indígenas vivem em áreas urbanas, onde manter seus costumes é uma tarefa quase impossível.

© ACNUR/ S.Abondano

Colômbia: Quase metade das famílias deslocadas na Colômbia é chefiada por mulheres, uma estatística bem acima da média nacional. As mulheres são as primeiras a começar a gerar renda após a fuga, e com frequência criam os filhos sozinhas.

© ACNUR/ S.Abondano

Colômbia: 70 por cento dos deslocados na Colômbia são camponeses. A restituição de suas terras e a proteção das terras em risco são prioridades para o ACNUR.

© ACNUR/S.Abondano

Colômbia: Para jovens vivendo em áreas afetadas pela violência, recrutamento forçado e violência sexual são ameaças em potencial. Ações para protegê-los são prioritárias nos planos de prevenção.

© ACNUR/ S.Abondano

Colômbia: Integrante da equipe do ACNUR acompanha a comunidade na construção de uma obra. Esse trabalho integra os projetos de proteção no departamento de Nariño. Quase 100 projetos práticos de proteção foram financiados entre 2008 e 2010 na Colômbia.

© ACNUR/ M. Brook

Colômbia: Milhares de deslocados vivem nas áreas mais pobres das maiores cidades colombianas. Anos após o deslocamento, suas condições de vida permanecem precárias. A integração local é necessária.

© ACNUR/ Zalmaï

Costa Rica: Estes homens e mulheres vieram de países como Somália, Etiópia, Eritreia, Nigéria e República Centroafricana. Eles foram objeto de contrabando de pessoas.

© ACNUR

Costa Rica: “Me surpreendeu que eles são jovens, e têm treinamento profissional. Eles sabem que jamais irão ver seus seres queridos novamente, porém, ainda assim têm a esperança de encontrar a paz e a estabilidade económica que não existem em seus próprios países”, disse José Díaz, fotógrafo do maior jornal em Costa Rica, La Nación.

© ACNUR

Costa Rica: Através de uma longa e perigosa viagem de barco, essas pessoas da África chegaram a Costa Rica sem nenhuma documentação.

© ACNUR

Costa Rica: Refugiado Africano depilando a cabeça de seu amigo.

© ACNUR

Costa Rica: Centro de detenção para estrangeiros em trânsito de Hatillo, na capital da Costa Rica. Refugiados mantêm suas tradições e credos.

© ACNUR

Costa Rica: Africanos fugindo para o Canada, escapando da pobreza e de crises politicas.

© ACNUR

Equador: As principais intervenções do ACNUR procuram assegurar “proteção por presença”, cujo objetivo é interromper o isolamento das comunidades rurais por meio de presença contínua e atividades.

© ACNUR/ F.Tovoli

Equador: As escolas são um dos lugares onde as crianças colombianas podem se integrar à comunidade equatoriana. O ACNUR – como parte de sua estratégia – apóia projetos para integrar a população local e os refugiados.

© ACNUR

Equador: As escolas são um dos lugares onde as crianças colombianas podem se integrar à comunidade equatoriana. O ACNUR – como parte de sua estratégia – apóia projetos para integrar a população local e os refugiados.

© ACNUR

Equador: O ACNUR, juntamente com agências parceiras, provê ajuda humanitária para aqueles que mais precisam e que chegam ao Equador fugindo da violência.

© ACNUR

Equador: “Aqui nós vamos à escola, jogamos vôlei e às vezes ajudamos o meu pai com a fazenda. No resto do tempo, ficamos em casa”. O ACNUR continuará promovendo projetos comunitários para prevenir violência de gênero.

© ACNUR

Equador: Promovendo um ambiente de coexistência e solidariedade, o ACNUR deseja mitigar o impacto social e económico da população de refugiados na comunidade local, em cooperação com o Estado, Serviços das Nações Unidas e a sociedade civil.

© ACNUR/ X.Orellana

Equador: Refugiados celebram o dia mundial do refugiado em Quito, Equador.

© ACNUR/ X.Orellana

Equador: Crianças colombianas refugiadas ainda se lembram do impacto do conflito armado. “Na minha casa, parecia que o chão se movia quando os helicópteros lançavam foguetes. Eles destruíram as árvores e tivemos que correr”.

© ACNUR/ S.Abondano

Haiti: Venise, uma senhora já idosa, com sua neta, fora de sua barraca em Camp Hope, em Fonds-Parisien. Venise é uma das 1770 pessoas vivendo neste acampamento. A maioria da população deste acampamento são pessoas com disabilidades.

© ACNUR/ B.Blanc

Haiti: Mulheres deslocadas que chegaram a Fonds-Parisien, uma cidade na fronteira da República Dominicana, formaram uma organização de mulheres. Atualmente, com o apoio de ACNUR, através de um projeto de curto impacto, essas mulheres – muitas delas viúvas – estão envolvidas em diversas atividades.

© ACNUR/ B.Blanc

Haiti: Mulheres deslocadas preparando e vendendo produtos alimentícios como meio de geração de renda.

© ACNUR/ B.Blanc

Haiti: Crianças deslocadas em Fonds-Verrettes em frente a uma escola comunitária construída por ACNUR. Fonds-Verrettes e uma de muitas comunidades de fronteira que acolheram a população deslocada de Port au Prince.

© ACNUR/ B.Blanc

Haiti: Abrigo temporário em Santo Domingo onde crianças estão em reabilitação após acidentes com o terremoto. O ACNUR tem auxiliado esse albergue proporcionando equipamentos para reabilitação e facilitando os processos de reunificação familiar e a gerência de visas dadas pelo governo Dominicano.

© ACNUR/ B.Blanc

Haiti: Depois do terremoto de janeiro de 2010, Blaise e sua familia se mudaram para Fond-Parisien, na fronteira com a República Dominicana, onde ele e sua família vivem com parentes.

© ACNUR/ B.Blanc

México: Refugiada colombiana desenha seu auto-retrato como parte dos trabalhos do Museu Diego Rivera em Coyoacan, Cidade do México.

© ACNUR/ G.Jiménez.

México: Refugiada colombiana vestida em roupas tipicamente mexicanas, no Museu Diego Rivera em Coyoacan, Cidade do México.

© ACNUR/ G.Jiménez.

México: Crianças refugiadas durante um encontro de diagnóstico participativo (idade, gênero e diversidade) com o ACNUR e seus parceiros na Cidade do México.

© ACNUR/ G.MartÍnez

México: Refugiados da República Democrática do Congo em um Festival do Dia Mundial do Refugiado, na Cidade do México.

© ACNUR/ M.Echandi

México: Família de refugiados iraquianos em Tapachula, Chiapas, na fronteira sul do México.

© ACNUR/ A.S.Alfonzo

México: Refugiado do Sri Lanka em um abrigo temporário em Tapachula, Chiapas, na fronteira sul do México.

© ACNUR/ M.Echandi

Panamá: Vista Alegre é uma comunidade nas margens do rio Tuira, próxima da fronteira com a Colômbia.

© ACNUR/ S.Abondano

Panamá: Integrantes da comunidade Wounaan de Vista Alegre, no Panamá. Eles preservam seus costumes e tradições por meio de danças e músicas que os adultos ensinam às crianças. “Assim, mantemos nossa cultura viva”.

© ACNUR/ S.Abondano

Panamá: Crianças Wounaan crescem no meio de um conflito armado que põe em risco sua vida e sua integridade. “Tentamos nos distanciar dos grupos armados. É por isso que vivemos no Panamá. Mas eles estão entrando nessa região. Nós os vimos do rio”.

© ACNUR/ S.Abondano

Panamá: “O internato foi criado com a idéia de garantir educação para crianças. O sonho cresceu. Agora, nossa missão é muito maior. Somos lugar de refúgio para muitas crianças colombianas fugindo da violência. “Sentimos-nos muito orgulhosos delas, são muito corajosas e muito inteligentes”, diz uma das irmãs dominicanas que chefia o projeto do internato, apoiado pelo ACNUR.

© ACNUR/ S.Abondano

Panamá: Jovens colombianos refugiados vivendo no internato têm casa, comida, educação e atendimento médico. Entretanto, para aqueles que têm educação universitária e estão sob proteção humanitária temporária, empregos formais são impossíveis de conseguir. O ACNUR continua a promover a regularização migratória dessas pessoas para assegurar uma efetiva integração local.

© ACNUR/ S.Abondano

Panamá: Maria é uma jovem colombiana que vivia com sua família no Departamento de Chocó, na Colômbia. O conflito armado a levou a fugir para o Panamá. “Quando as aulas acabam e os meus colegas de turma retornam para suas casas, eu fico aqui com as irmãs”.

© ACNUR/ S.Abondano

Venezuela: A maioria dos refugiados que chega à Venezuela vem da Colômbia. Como em outros países, o sub-registro é um grande desafio.

© ACNUR/ B.Heger

Venezuela: A maioria dos refugiados que chega à Venezuela vem da Colômbia. Como em outros países, o sub-registro é um grande desafio.

© ACNUR/ B.Heger

Venezuela: Cerca de 40% das 200 mil pessoas que chegaram à Venezuela buscando proteção internacional são menores de idade. Um dos objetivos do ACNUR é dar aos jovens a oportunidade de começar ou continuar sua educação.

© ACNUR/ B.Heger

Venezuela: Melhorar a vida dos refugiados e promover a integração local, levando infraestrutura básica para saúde e educação para as comunidades que os abrigam, é uma das maiores preocupações do ACNUR.

© ACNUR/ B.Heger

Venezuela: Promover a independência dos refugiados e sua auto-sustentabilidade com capacitação profissional e micro-crédito que também beneficie as comunidades que os abrigam são algum dos objetivos principais do ACNUR.

© ACNUR/ B.Heger

Encontro Internacional sobre Proteção de Refugiados, Apátridas e Movimentos Migratórios Mistos nas Américas

Brasília, 11 de novembro de 2010

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