ACNUR > Sobre o site > Envolva-se > Eventos > Dia Mundial do Refugiado 2010 > Encontrando uma casa
Encontrando uma casa
Dia Mundial do Refugiado 2010
Um abrigo improvisado na área de recém-chegados no superlotado complexo de refugiados de Dadaab. O ACNUR está lutando para lidar com milhares de pessoas que chegam diariamente aos campos e que precisam de abrigo, comida e atenção médica.
© ACNUR / E. Hockstein / Dezembro de 2008
"Babar, de quatorze anos, se prepara para outra noite no frio em baixo de uma ponte em Calais, França. Como muitos outros jovens do Afeganistão, país devastado pela guerra, sua família o mandou à Europa para conseguir acesso à educação e para evitar recrutamento forçado.”
© ACNUR / H. Caux / Novembro de 2009
Uma mulher sentada sob as estacas da sua tenda em construção em um campo na Somália.
© ACNUR / A. Webster / Dezembro de 2006
Após cinco anos no Paquistão, uma família afegã finalmente retorna à sua casa e se reúne com seus familiares.
© ACNUR / N. Behring-Chisholm / 2002
O menor membro de uma família refugiada de Bihari cochila em sua moradia de um quarto, em Dhaka, Bangladesh. Os Biharis são nacionais paquistaneses, basicamente presos em Bangladesh desde 1971, quando o antigo Paquistão do Leste se transformou no país independente de Bangladesh.
© ACNUR / G.M.B. Akash / Junho de 2006
Ganga, 22, um refugiado butanês do Nepal, que chegou para o reassentamento uma semana antes de sua família, os ensina a usar o cartão para entrar no metrô de Nova York.
© ACNUR / Kashish Das Shrestha / 18 de junho de 2008
Ogeste,37 anos – na foto com sua esposa, Janet, e o filho mais novo deles, Beckham – fugiu de Burundi quando ainda era criança e permaneceu em exílio na Tanzânia desde então. Ogeste e sua esposa trabalharam duro para manter sua família e, por isso, quando o governo da Tanzânia ofereceu a naturalização aos assim chamados “refugiados de Burundi de 1972”, eles aceitaram com prazer.
© ACNUR / B Bannon / Novembro de 2008
Jovens refugiados jogam futebol no Centro Transitório de Evacuação em Timisoara, România. O primeiro Centro Transitório de Evacuação da Europa oferece abrigo temporário aos refugiados que têm suas seguranças ameaçadas e necessitam de evacuação imediata.
© ACNUR / B. Szandelszky / 12 de maio de 2009
Um caminhão carregado de alegres refugiados eritreus que retornam do Sudão após muitos anos de exílio.
© ACNUR / S. Boness / Maio de 2001
Um jovem refugiado deitado em sua cama em um abrigo, onde recebe, além de moradia, comida e aulas, Nancefield, Musina na África do Sul. A moradia abriga 200 garotos na idade de 16 anos para baixo, cuja maioria cruzou a fronteira sem a companhia de adultos.
© ACNUR / JAMES OATWAY / 11 de agosto de 2009
Uma família refugiada sudanesa em frente de seu abrigo improvisado em Figuera, próximo a Birak, no Chade. Após sobreviver a bombardeios e aos ataques da milícia, a família caminho até o leste do Chade. Aqui eles esperaram para serem levados ao campo de Kounoungou.
© ACNUR / H. Caux / 12 de março de 2008
Uma família de deslocados internos chechenos em frente de sua UNHCR box tent em Ingushétia, Federação Russa.
© ACNUR / T. Makeeva / Outubro de 2006
Uma refugiada Somali recém chegada prepara a refeição para a família em sua tenda no campo de Ifo, em Dadaab no Quênia.
© ACNUR / B. Heger / Setembro de 2009
Refugiados da República Democrática do Congo se alimentam em frente de um abrigo improvisado com mantas e pedaços de pau, na remota selva nas costas do rio Oubanghi, na República do Congo. Sem nenhuma previsão de distribuição de alimentos, os refugiados contam com a solidariedade dos próprios refugiados, com o rio e com a bondade dos habitantes locais para comer.
© ACNUR / Frederic NOY / Fevereiro de 2010
Encontrando uma casa: ACNUR homenageia pessoas desarraigadas no Dia Internacional do Refugiado
Dizem que a casa de um homem é seu castelo; um lugar de segurança e conforto. Mas para milhões de pessoas, a casa é uma recordação distante. É um lugar de onde eles tiveram que fugir para escapar da violência e perseguição. Muitos terminaram vivendo em abrigos improvisados ou tendas, tanto em seus países quanto em terras estrangeiras. Mais da metade dos refugiados de interesse para o ACNUR vivem hoje em zonas urbanas desfavorecidas.
A maioria sonha em voltar à casa, outros esperam ser reassentados e alguns são capazes de se integrar nos países de refúgio. Todos querem ter uma verdadeira casa, onde eles possam construir uma nova vida – seus próprios castelos.
O ACNUR luta para encontrar soluções duráveis para eles. Em 2008, quase 2 milhões de refugiados e deslocados internos puderam retornar às suas casas e cerca de 65.548 partiram para 26 países de reassentamento. Além disso, o ACNUR estima que em torno de 1.1 milhão de refugiados obteve cidadania no país de asilo ao longo da última década.
No Dia Mundial do Refugiado, o ACNUR reconhece a força e a determinação de pessoas que foram desarraigadas à força e reafirma seu compromisso com a proteção e busca de soluções para elas.

