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Flores pela causa do refúgio

Voluntária prepara e vende arranjos para financiar futuros projetos.

19 Aug 2016

Kety Shapazian costuma ser questionada  sobre sua decisão de levar consigo sua única filha, de 16 anos, para sua jornada de trabalho voluntário na Grécia. Com serenidade, a jornalista diz que sempre fez viagens fora de zonas de conforto com Gabriela, como um trajeto turístico pelo Canadá em trailler. A garota fala inglês, tem clara noção de gerenciamento de suas finanças, conheceu vários países. Já se mostrava preparada, do ponto de vista de Kety, para uma missão mais ambiciosa e amadureceu durante a experiência em Losbos.  “A própria Gabi me disse ao final dessa experiência: ‘não quero ser a mesma pessoa que eu era antes´.”

Tanto é assim que Gabriela retornou em junho à Grécia, durante suas férias escolares, para trabalhar com os refugiados acomodados no Porto de Atenas. Desta vez, sozinha.  Embarcou levando consigo um limite de 40 euros para suas despesas diárias, e voltará a São Paulo a tempo de retomar seus estudos e concluir o segundo grau. Mas já está traçando com a mãe planos para o final o ano ou o começo de 2017: a ajuda humanitária em campos de refugiados no Líbano, na Turquia ou em Calais, na França, ao longo de até quatro meses.

A jornalista, por sua vez, havia trabalhado por vários anos na editoria Internacional do jonal paulistano “Diário do Comércio”. Durante a cobertura da Primavera Árabe, não só acompanhava os temas do Oriente Médio, como também tecia uma rede de contatos, por meio do Twitter, que mostrou-se valiosa para seu trabalho com refugiados. Ao voltar ao Brasil, no final de janeiro, Kety traçou com a filha nova estratégia para retomar o trabalho com os refugiados barrados na Europa em fronteiras armadas, os conduzidos para campos de refugiados, os perdidos sem rumo pelo continente.

 “Eles estão em um imenso limbo. Quem se envolve com esse tema não sai mais. Foi o que aconteceu conosco”, afirmou Kety. “Já não dá mais para dizer: fiz a minha parte. Algumas pessoas nem conseguem sair temporariamente do trabalho com os refugiados.”

Kety espera que, até o final do ano, possa amadurecer seu projeto “Flores para os Refugiados”, que consiste na produção e na venda de arranjos de flores, com lucro destinado diretamente à causa dos deslocados na Europa e para o financiamento de sua próxima parceria com a filha. Às terças e sextas-feiras, busca as mais resistentes espécies na feira de flores do Ceagesp, o maior centro de abastecimento de produtos in natura de São Paulo, para a produção,  em sua casa, de arranjos em garrafas ornamentadas com tecido e fibras. Da campanha de sua causa pelo Facebook, tem recebido encomendas crescentes para festas e recepções.

Nos finais de semana, Kety arma uma pequena barraca na entrada do Armazém da Cidade, feira cultural na Vila Madalena, em São Paulo. Desse projeto saíram os recursos para Gabriela levar consigo, na última jornada em Atenas, livros para serem oferecidos às crianças e adolescentes.  

No final junho, Kety fez um breve relato sobre sua iniciativa em Lesbos e de seu projeto para refugiadas que vivem em São Paulo e representantes de empresas. Os dois grupos se encontravam no encerramento do programa “Empoderando Refugiadas”, uma parceria do ACNUR e do Pacto Global Brasil para capacitar cerca de 30 mulheres e sensibilizar o setor privado para a contratação dessa mão-de-obra. Na ocasião, ela propôs a criação de um selo “Amigo do Refugiado”, destinado a empresas comprometidas com a causa do refúgio no Brasil e em outros países.

“As pessoas são valiosas demais para ficarem paralisadas em campos de refugiados ou sem eira nem beira”, afirmou. 

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