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Paz duradoura na Colômbia depende da reintegração de mais de 7 milhões de pessoas deslocadas, diz ACNUR

O Acordo de Paz, assinado entre o governo e as FARC, põe fim põe fim a um conflito armado que já custou a vida de mais de 220 mil colombianos e obrigou mais de 7,4 milhões a abandonar seus lares.

26 Sep 2016

Bogotá, COLÔMBIA, 26 de setembro de 2016 – A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) celebrou a assinatura do Acordo de Paz entre o Governo Colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), definindo-o como “um momento histórico” em que os colombianos demonstraram sua disposição em “encontrar soluções por meio do diálogo e da reconciliação” para um conflito que já dura mais de 52 anos.

O Acordo, produto de um notável esforço entre o governo e as FARC, põe fim a um conflito armado que já custou a vida de mais de 220 mil colombianos e obrigou mais de 7,4 milhões a abandonar seus lares.

O Representante do ACNUR na Colômbia, Jozef Merkx, destacou que este acordo é um dos mais amplos e abrangentes já criados no mundo. “Este documento engloba temas de crucial importância para a construção de uma paz duradoura e exemplar, porque foi elaborado com a participação ativa das vítimas deste conflito, com o objetivo de oferecer respostas concretas às suas necessidades”, observou.

Para o Representante, “a assinatura deste Acordo é o começo de um longo caminho para a construção da paz que requererá um esforço coletivo para assegurar que todas as vítimas, pessoas deslocadas e refugiados gozem de seus direitos humanos”. 

Desde 1999, o ACNUR tem acompanhado as pessoas que se viram forçadas a abandonar tudo para salvar suas vidas. Por elas, Merkx destacou: “A construção de uma paz duradoura na Colômbia depende da reintegração das mais de 7 milhões de pessoas deslocadas pela violência”.

“O ACNUR reitera sua disposição e interesse em ajudar os deslocados internos e os refugiados para que retornem, regressem e se integram efetivamente seguindo um enfoque com base nos direitos e na comunidade”, observou Merkx. Ele acrescentou: “Ao alcançar essas soluções duradouras, serão estabelecidas condições seguras e dignas para as vítimas que contribuirão substancialmente para a recuperação do país e da paz sustentável”.

Ademais, o Representante enfatizou que pôr fim ao fenômeno do deslocamento requer ações de desenvolvimento que beneficiem tanto quem fugiu de suas casas quanto as comunidades que acolheram essas pessoas. 

Merkx ressaltou que para garantir o bem-estar e a proteção destas pessoas “é indispensável garantir-lhes o acesso a um lugar seguro, serviços básicos, emprego e geração de renda”. Neste contexto, também indicou que será fundamental oferecer assistência e acompanhamento a mulheres, meninos, meninas, jovens, comunidades indígenas e grupos afros, pois são os que estarão mais expostos durante estes períodos de reconstrução e reajuste.

“É importante também lembrar que o Acordo de Paz foca principalmente nas zonas rurais, enquanto a maioria dos deslocados internos vivem em zonas urbanas, e também requerem apoio e assistência, em particular no que diz respeito a legalização dos assentamentos informais, onde muitos deles vivem, para garantir seu sustento e o acesso aos serviços básicos”, apontou Jozef Merkx.

O ACNUR tem atuado na Colômbia durante muitos anos nas regiões mais afetadas pela violência e o conflito armado, nas quais construiu relações estreitas com as comunidades, apoiou seu fortalecimento, trabalhou na reconstrução do tecido social e estabeleceu um alto nível de confiança mútua. “Estaremos felizes em compartilhar estas capacidades e experiências com o governo colombiano para apoiar o processo de construção de paz do país”, concluiu Merkx.

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