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Refugiados da África Central, exilados do outro lado do rio, anseiam por suas casas

Mais de 60 mil pessoas da República Centro-Africana foram obrigadas a fugir pelo Rio Ubangi para a parte noroeste da República Democrática do Congo desde que os conflitos de intensificaram em maio.

17 Jan 2018

KPAKPO, Província do Nord-Ubangi, 16 de janeiro de 2018 – Jean-Pierre Rondossi gesticula ao lado do rio Ubangi em direção ao banco de areia do outro lado, apontando para onde está sua casa e seu coração. A cerca de 10 minutos de canoa estão as ruínas carbonizadas da aldeia de Wapale, na República Centro-Africana (RCA), de onde, em maio do ano passado, ele e sua família foram obrigados a fugir com medo conforme a violência entre os grupos armados rivais se aproximava.

Os moradores de lá tiveram de viajar pelas águas agitadas em suas canoas até a República Democrática do Congo (RDC) quando começaram a ouvir tiros na aldeia vizinha. Eles sabiam que a deles seria a próxima a ser atacada.

Wapale agora está vazia, suas casas estão queimadas, o gado foi roubado e os campos de café, mandioca e amendoim saqueados e vandalizados.

Jean-Pierre, sua mãe, esposa e os quatro filhos vivem na aldeia improvisada de Kpakpo, na República Democrática do Congo, que abriga 800 pessoas que foram forçadas a abandonar as aldeias do rio na República Centro-Africana.

“Um dia ao voltar da escola encontrei minha esposa em pânico. Nós fugimos imediatamente”, diz o ex-professor de 40 anos. “É por isso que ainda estou usando as mesmas roupas que eu usava na aula naquele dia. Isso foi tudo o que eu podia trazer comigo”.

Como muitos dos homens, ele sobrevive através da pesca no rio, mas a vida é dura sem acesso aos campos, logo do outro lado. As mulheres trabalham por 30 centavos de dólar por dia nas terras pertencentes à população local.

Desde maio de 2017, mais de 60 mil refugiados da República Centro-Africana chegaram à República Democrática do Congo. O ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, ajudou muitos deles e suas comunidades de acolhimento, perfurando poços, fornecendo suprimentos médicos e ajudando a expandir as escolas locais. A agência também está preparando a transferência de alguns dos que se encontram em maior estado de vulnerabilidade para um campo de refugiados.

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