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Refugiados reconstroem suas vidas com ajuda de projeto de dança

O coreógrafo congolês Fabrice Don de Dieu Bwabulamutima acredita no poder de cura da dança.

Por Vania Turner e Andreas Kirchhof  |  27 Mar 2018

Fabrice Don De Dieu, 40 anos, coreógrafo do projeto “Refugiados em Movimento” no campo de refugiados de Inke. © ACNUR/John Wessels

O coreógrafo congolês Fabrice Don de Dieu Bwabulamutima acredita no poder de cura da dança.

Ele viaja com sua companhia de teatro e dança para campos de refugiados em toda a República Democrática do Congo. Por meio da dança, ele ensina pessoas que experimentaram a guerra e a violência a superar traumas, reconstruir sua autoconfiança e aprender a viver com outras pessoas novamente.

“A dança toca todos, independentemente da sua posição de poder, da sua idade ou da sua raça”, diz o instrutor de 40 anos que fez uma pausa em sua própria carreira na dança.

Sua companhia, Kongo Drama, vem ministrando um programa de dança, teatro e música de quatro meses intitulado “Refugiados em Movimento” no campo de Inke, na província de Ubangi do Norte, que abriga mais de 16 mil refugiados da República Centro-Africana.

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Lin-Clair Mangogba, 25 anos, adora participar da aula de Hip Hop. “Sinto-me feliz. Depois de dançar, meu corpo se sente melhor, eu me sinto cheio de energia”, diz. © ACNUR/John Wessels

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Dançarinos refugiados se aquecem antes de participar de uma aula no Campo de Refugiados de Inke, na República Democrática do Congo. © ACNUR/John Wessels

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Refugiado da República Centro-Africana faz movimentos em uma aula de dança e teatro no campo de refugiados de Inke. © ACNUR/John Wessels

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Refugiados da República Centro-Africana posam enquanto fazem movimentos de rotina em uma aula de Hip Hop. © ACNUR/John Wessels

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Refugiados da República Centro-Africana dançam e cantam ao participarem de uma aula de canto no campo de refugiados de Inke, na República Democrática do Congo. © ACNUR/John Wessels

 

O programa é financiado pela organização não-governamental francesa African Artists for Development, em colaboração com o ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados.

Mais de 600 pessoas de todas as idades, refugiados e residentes locais, participam de uma variedade de cursos, incluindo dança infantil, dança contemporânea africana, Hip Hop e dança tradicional.

Fabrice começou o projeto em 2015 no campo de Mole, em Ubangi do Sul, onde ele disse que havia tensão e desconfiança entre os diferentes grupos de refugiados. Uma vez que eles começaram a dançar juntos, a tensão começou a desaparecer e sorrisos voltaram a estampar seus rostos.

“Quando vejo os efeitos do que estamos fazendo, como você pode restaurar o desejo das pessoas de estarem vivas, como você pode dar esperança a milhares de pessoas, é incrível”.

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