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Casal de colombianas escapam de ameaças para serem bem-vindas na Suíça

Forçadas a fugir de casa de um instante para o outro, Daniela e Sofia agora são livres para amar.

Por Por Marisol Hofmann e Julia Dao na Suíça  |  27 Aug 2018

Sofia (esquerda) e Daniela na organização suíça que as apoiou com as solicitações de refúgio. © ACNUR/Mark Henley

Na Colômbia, em seu país natal, a ativista Daniela lutou arduamente pelos direitos das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI), oferecendo-lhes conselhos e um ombro para se apoiar. Em um país marcado pela violência, seu ativismo nem sempre foi bem-vindo.

Era véspera de ano novo em 2009, quando ela percebeu que teria que fugir.

“Eram duas da manhã”, lembra Daniela, 35 anos, que morava no interior da Colômbia. “Eu estava comemorando o ano novo em uma cidade próxima quando dois homens armados se aproximaram de mim. Eu senti meu estômago cair.

“Eles me levaram de lado e me disseram que eu era um mau exemplo para as crianças. Eles me disseram que eu tinha um dia para sair, senão…”

Daniela correu para casa e, sob o pretexto de que lhe ofereceram um emprego, foi para Bogotá no dia seguinte. Ela deixou para trás sua mãe e filho, e também a pequena empresa que sustentava sua família.

“Eles me disseram que eu tinha um dia para sair, senão…”

Em Bogotá, Daniela continuou a fazer campanha pelos direitos LGBTI. Ela conheceu sua parceira Sofia e finalmente foi reunida com seu filho, que hoje tem 10 anos. Durante os quatro anos seguintes, a família viveu em relativa segurança.

Até que Daniela e Sofia começaram a receber novas ameaças.

“Eles começaram a imprimir pôsteres de ódio com meu nome e começaram a me assediar pelo telefone”, diz Daniela.

Daniela (à esquerda) e Sofia encontraram felicidade e liberdade na Suíça. © ACNUR / Mark Henley

 

Ela foi forçada a mudar de casa e de emprego. A família também mudou sua rotina diária para evitar perigo. “Estávamos constantemente ansiosos, assustados”, acrescenta Daniela.

Quando dois amigos ativistas de Daniela e Sofia foram assassinados, Daniela sabia que teria que fazer as malas e sair de casa mais uma vez.

“Estávamos constantemente ansiosos, assustados”

Elas foram para a Suíça em dezembro de 2016 e solicitaram refúgio assim que chegaram.

A Suíça em meados de dezembro estava fria, mas oferecera uma recepção calorosa ao casal. Graças a um projeto comunitário local, Daniela e Sofia encontraram segurança no oeste da Suíça, após passarem três meses em um centro de recepção.

Desde que chegaram, Daniela e Sofia têm trabalhado incansavelmente para reconstruir suas vidas. O primeiro objetivo do casal é aprender francês para que possam retomar seu ativismo LGBTI. Elas também estão estudando e se voluntariando em uma academia de futebol local. O filho de Daniela está fazendo novos amigos na escola.

“Quando as pessoas fogem de suas casas e comunidades, suas redes de apoio se tornam frágeis e quebradiças, e os riscos de proteção que enfrentam muitas vezes se tornam mais graves”, disse Filippo Grandi, Alto Comissário da ONU para Refugiados, em um vídeo que marca o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia no dia 17 de maio.

Daniela e Sofia caminham juntas pela sua cidade na Suíça. © ACNUR / Mark Henley

 

“Encontrar e desenvolver redes de apoio adequadas é, portanto, crucial para o cumprimento de seus direitos e permitir que eles sigam suas aspirações nos países e comunidades em que buscam proteção”, acrescentou.

Daniela é grata por ter encontrado um refúgio seguro para viver e amar na Suíça.

“Quando vejo meu filho feliz e envolvido na comunidade local e todas as oportunidades que estão abertas para ele no futuro, sonho em construir uma vida aqui na Suíça”, diz ela. “Mas se a situação permitir, espero um dia retornar à Colômbia para apoiar as pessoas LGBTI lá”.

O ACNUR, Agência da ONU para Refugiados, está comprometido em proteger os direitos dos refugiados LGBTI e solicitantes de refúgio, bem como realçar a importância das redes e coligações que apoiam as pessoas deslocadas de suas casas.

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