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Tecendo uma vida nova em Bangladesh

Refugiadas da etnia rohingya começam a colocar as técnicas e habilidades recém aprendidas em prática no campo de refugiados de Nayapara, em Bangladesh.

Dedicando-se ao treinamento no campo de refugiados de Nayapara, a jovem Zahida, de 22 anos, deseja usar seus novos conhecimentos e suas economias para comprar a sua própria máquina se costura. © ACNUR/Andrew McConnell

18 Dec 2018

Sentadas à frente de uma máquina de costura, elas iniciam um ciclo de esperança e oportunidades para suas vidas.


Extremamente concentradas, essas mulheres trabalham com propósito, costurando e criando itens que farão parte dos kits de higiene para mulheres do ACNUR. Os pacotes são distribuídos para refugiadas duas vezes ao ano, e incluem roupas íntimas, absorventes de pano laváveis e outros itens essenciais.

“Eu não fazia ideia de como era costurar”, disse Anwara Begum, uma mãe sozinha de 30 anos, que fugiu da violência de Mianmar no começo da década de 90.

“Este projeto me ajudou muito. Meu marido me abandonou e eu estava criando minha filha pequena sozinha. Agora ela tem cinco anos de idade”.

Desde que o projeto começou em 2011, mais de 600 mulheres foram beneficiadas. Cada participante inscrita no programa recebe três meses de treinamento, seguidos de mais três meses de experiência prática, como uma forma de estágio.

A Technical Assistance Inc., parceira do ACNUR, é uma das várias organizações que ajudam mulheres a melhorar sua situação financeira através de um ofício autônomo, permitindo que retomem o controle de suas vidas.

“Este projeto não dá a elas apenas um treinamento, mas também um trabalho”, disse Laila Arjuman Banu, uma associada de mobilização comunitária da Technical Assistance Inc.

Além de aprender técnicas de alfaiataria e utilizar as próprias peças que produzem, elas também estão conseguindo juntar recursos para comprar suas próprias máquinas de costura. Isso permitirá que trabalhem em casa, assim que se formarem do projeto.

“Eu já juntei dinheiro suficiente para comprar minha própria máquina e agora consigo pegar pedidos externos. A melhor parte é que eu posso aprender e ser remunerada ao mesmo tempo, além de poder ganhar dinheiro por conta própria depois que o curso acabar”, explicou Anwara, com um sorriso no rosto.

Durante a experiência de trabalho, dependendo de quantas peças produzem, essas mulheres podem ganhar até 6.000 takas (ou US$72), o suficiente para conseguirem começar seu próprio negócio.

Nasima Aktar, de 19 anos, nasceu no campo de refugiados Nayapara. © ACNUR/Andrew McConnell

“Este trabalho me permite ter uma renda e cuidar de mim mesma”, disse Nasima Aktar, de 19 anos, que nasceu no campo de refugiados Nayapara. “Eu me sinto muito bem e me orgulho de trabalhar aqui. Eu comprei minha própria máquina de costura e estou recebendo pedidos externos. Eu também ensinei minha irmã mais nova a costurar. Meu sonho, se eu conseguir juntar dinheiro suficiente, é abrir minha própria loja”.

Laila diz que a fonte de renda e o treinamento são importantes, mas o programa também ajuda mulheres a adquirir a confiança e autonomia.

“Antes não havia oportunidades para mulheres, como esta”, ela disse. “Agora, elas não precisam passar todo o tempo dentro de suas casas, e podem aprender técnicas e ganhar novas habilidades, bem como gerar renda”.

“Elas se orgulham de si mesmas. E estão aprendendo a se virar sozinhas e também a ajudar outras mulheres durante o aprendizado”.

Com o apoio do ACNUR, essas mulheres estão começando a tecer uma nova vida e recriar seus futuros. O projeto está proporcionando um sentimento de comunidade e empoderando mulheres, dando a elas uma oportunidade de sucesso.

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