ACNUR está presente na fronteira com a Venezuela e presta serviços humanitários à população

A equipe do ACNUR está realizando o monitoramento da fronteira, registro das pessoas, apoiando a documentação e identificação de casos mais vulneráveis encaminhamento aos serviços competentes.

O ACNUR continua a apoiar os venezuelanos que atravessam a fronteira em busca de assistência humanitária no norte do Brasil. ©ACNUR/ Allana Ferreira

No momento em que a fronteira da Venezuela com o Brasil foi reaberta, às 15h53 do dia 10 de maio, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) encontra-se no terreno fazendo o monitoramento da situação e apoiando as autoridades brasileiras para assegurar que as pessoas em necessidade de proteção sejam atendidas nos postos de registro e documentação.

A equipe do ACNUR está realizando o monitoramento da fronteira, registro das pessoas, apoiando a documentação e identificação de casos mais vulneráveis encaminhamento aos serviços competentes, trabalhando de forma articulada com os governos, forças armadas brasileira, parceiros da sociedade civil organizada e demais agências da ONU.

De acordo com os dados da Polícia Federal, desde 1º de janeiro de 2019 até a data de ontem (09/05/2019) foram contabilizadas 55.721 entradas e 10.914 saídas em Pacaraima. Durante o período em que a fronteira esteve aberta em 2019 (01/01 até 21/02), a média de entradas diária foi de 521 pessoas (e 127 saídas). Já no período em que a fronteira esteve fechada (22/02 até 09/05),  a média de entradas diária foi de 372 pessoas (e 56 saídas).

O ACNUR notificou que o fluxo de pessoas venezuelanas não teve um aumento efetivo na data de hoje em comparação com os últimos dias. No entando, a Agência da ONU para Refugiados segue preparada para responder a um possível aumento do fluxo de pessoas nos próximos dias, atuando conjuntamente com os demais parceiros que lidam diretamente com o contexto.