UNHCR logo
  • Plataforma Help para pessoas refugiadas
  • Quero doar
UNHCR logo
  • Busca
  • ACNUR Brasil
  • Menu

Selecione um idioma para o nosso site global:

English Français Español عربي
Selecione um site nacional:
  • Plataforma Help para pessoas refugiadas
  • Quero doar
  • Seja um fornecedor do ACNUR

Compartilhar

  • Sobre o ACNUR
    • ACNUR no Brasil
    • Dados sobre Refúgio
    • Doadores do ACNUR Brasil
    • Apoiadores do ACNUR
    • Convenção de 1951
    • Histórico
    • Mandato do ACNUR
  • Quem ajudamos
    • Refugiados
    • Solicitantes de Refúgio
    • Deslocados Internos
    • Apátridas
    • Retornados
  • Emergências
    • Afeganistão
    • América Central
    • Burundi
    • COVID-19
    • Etiópia
    • Iêmen
    • Iraque
    • Nigéria
    • República Centro-Africana
    • República Democrática do Congo (RDC)
    • Rohingya
    • Sahel
    • Síria
    • Sudão do Sul
    • Ucrânia
    • Venezuela
  • O Que fazemos
    • Campanhas e Advocacy
    • Cátedra Sérgio Vieira de Mello
    • Empoderando Refugiadas
    • Esportes
    • Políticas Públicas
    • Pacto Global sobre Refugiados
    • Soluções Duradouras
    • Temas Específicos
  • Notícias e Publicações
    • Notícias
    • Imprensa
    • Publicações, documentos e relatórios
    • Podcast Refúgio em Pauta
  • Como Ajudar
    • Ajude os Refugiados
    • Assine nosso boletim
    • Baixe o e-book Prato do Mundo
    • Trabalhe no ACNUR
    • Seja um parceiro do ACNUR
    • Presente Consciente
Pesquisar ACNUR
Fechar Busca
 
  • Home

Refugiados participam da Festa Literária Internacional de Paraty

Pessoas refugiadas realizam encenações e apresentações artísticas, enquanto o tema do refúgio esteve presente em debates literários, rodas de conversa e em contações de história para crianças na 17ª FLIP.

18 Jul 2019

O cortejo da leitura do livro “Amal e a viagem mais importante da sua vida”, da Editora Caixote, aconteceu durante a FLIP, pelas ruas hitóricas de Paraty/RJ. © ACNUR/Miguel Pachioni

O tema do refúgio esteve presente na programação da 17ª edição da Feira Literária Internacional de Paraty, a chamada FLIP, que aconteceu entre os dias 10 e 14 de julho. Como um dos destaques da programação educativa, um barco navegou pelas águas do oceano Atlântico para contar a história de uma criança refugiada síria que atravessou as águas do Mediterrâneo em busca de proteção.

Embora seja uma obra de ficção, o livro infanto-juvenil “Amal e a viagem mais importante de sua vida”, publicado pela Editora Caixote, evidencia a realidade de uma criança síria que representa a realidade que muitas outras enfrentam: o deslocamento forçado e muitas vezes solitário, por longínquas e perigosas trajetórias.

Na obra literária, a história da jovem Amal é contada ao longo dos caminhos trilhados, sem deixar para trás as lembranças e os conselhos de seu avô que a acompanham o tempo todo. Já na realidade, desde 2011 a Síria está em guerra, ocasionando um saldo de 5,6 milhões de refugiados e mais de 13 milhões de pessoas que necessitam de ajuda humanitária dentro do país.

A atriz e refugiada síria Oula al-Saghir fez a contação da história dentro da embarcação, trazendo ainda mais realidade e um verdaeiro sotaque à leitura da obra.

“Fazer parte da FLIP é importante para criar um espaço de diálogo com um público muito especial – as crianças brasileiras. Se elas puderem entender a realidade dos refugiados, serão adultos abertos para a acolhida dessa população, disse a atriz.

A atriz palestina da Síria, Oula al Saghir, conversa com pessoas sobre a encenação da obra “Amal” momentos antes de embarcar na ação educativa da Flip. © ACNUR/Miguel Pachioni

Se pelo mar a ação da leitura foi marcante, por terra a atriz brasileira Lívia Camargo fez um cortejo pelas ruas históricas da cidade de Paraty, dialogando com as crianças que a acompanharam atentamente.

Outra participação de refugiados aconteceu com a apresentação da Orquestra Mundana Refugi. Composta por músicos brasileiros, refugiados e imigrantes, esta orquestra é um notório exemplo de integração cultural, evidenciando as contribuições e saberes que as pessoas refugiadas agregam ao país de acolhida. Como resultado, longos e calorosos aplausos ao término de cada música marcaram a apresentação.

Para o diretor musical da orquestra, Carlinhos Antunes, a apresentação na FLIP consagrou todos os esforços que a orquestra tem feito para provar a qualidade artística e humanitária deste projeto.

“As pessoas refugiadas que compõem esse projeto tiveram que deixar os seus países de origem por diversos motivos, muito cruéis: guerras, perseguições por questões políticas e de liberdade de expressão. Aqui, no Brasil, foram acolhidos por essa orquestra em um processo de permanente construção e de valorozas trocas”, disse Carlinhos.

A apresentação da Orquestra Mundana Refugi, no Palco do Sesc Caborê, reuniu um público diverso e acolhedor da proposta de integração de pessoas refugiadas e imigrantes por meio da cultura. © ACNUR/Miguel Pachioni

A 17ª FLIP, que neste ano homenageou Euclides da Cunha e “Os Sertões”, abordou o tema do refúgio e das migrações forçadas também no bate-papo com Fernanda Paraguassu sobre sua obra infantil “A menina que abraça o vento” e no debate com os escritores Kalaf Epalanga (angolano que se refugiou em Portugal nos anos 90 para escapar da guerra civil de seu país), Gael Faye (burundiano que retratou em sua obra “Meu pequeno país” os conflitos em seu país e o notório genocídio em Ruanda) e Karina Sainz Borgo (venezuelana autora do romance “Noite em Caracas”).

Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter

 

  • Sobre o ACNUR
  • Quem Ajudamos
  • Emergências
  • O Que Fazemos
  • Notícias
  • Ajude os Refugiados

© UNHCR 2001-2023

  • Fale conosco
  • Termos e Condições
  • Imprensa
  • Política de Privacidade
  • Trabalhe no ACNUR
  • UNHCR Data Portal
  • Seja um fornecedor do ACNUR
  • Conecte-se:
Assine o boletim mensal do ACNUR 

Terremoto + Inverno + Guerra. Uma combinação que requer nossa solidariedade!

Nós estamos no local apoiando os sobreviventes oferecendo itens de emergência, incluindo tendas, cobertores e itens de higiene.

Apoie esta onda de solidariedade e doe agora mesmo!

QUERO DOAR AGORA!