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A estreante Guiné-Conacri vence etapa Brasília da Copa dos Refugiados e Imigrantes 2019

Realizado pela África do Coração, torneio é apoiado pelo ACNUR e pela OIM e acontece em outras cinco capitais do país; vencedores de cada etapa disputarão final no Rio de Janeiro.

Por Alan Azevedo e Victoria Hugueney, de Brasília  |  13 Aug 2019

Jogadores da Guiné-Conacri se reunem para foto com troféu e medalhas © ACNUR / Victoria Hugueney

O ar seco e o sol da capital federal não atrapalharam o duelo entre as seleções da Guiné-Conacri e da Colômbia, que disputaram no domingo (11) a final da etapa de Brasília da Copa dos Refugiados e Imigrantes 2019.

A equipe guineense, estreante na competição, foi superior aos colombianos durante todo o jogo, consagrando-se campeã no Estádio Valmir Campelo, no Distrito Federal, com um sólido placar de 5 a 2.

“É a primeira vez que participamos da Copa. A gente está muito feliz, nem sabemos como explicar esse título. Nos preparamos por três meses, treinamos muito com times de Brasília”, dizia eufórico o capitão do time, Ibrahima Kaba. “Agradecemos ao apoio de todos, agradecemos aos brasileiros que têm respeito e consideração por nós. Esse título representa a paz, respeitar os outros, se conhecer e aprender a viver melhor”.

Ibrahima Kaba é premiado ao final da partida. À esquerda, seleção da Colombia participa da premiação © ACNUR / Victoria Hugueney

 

Há mais de seis anos no país, Kaba é flamenguista e seu sonho é se tornar jogador profissional de futebol e atuar como atleta no Brasil. “Estou lutando muito para isso”.

Do lado da equipe vice-campeã, Alejandro Silva Rodrigues veio da Colômbia morar com os primos no Distrito Federal. “Estou muito agradecido por essa oportunidade. O segundo lugar é muito, o time fez muita força, fez o possível para ganhar. Mas o rival foi muito forte e mereceu.”

A Copa dos Refugiados e Imigrantes é organizada pela ONG África do Coração e apoiada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Organização Internacional para as Migrações (OIM), Instituto Migração e Direitos Humanos, Cáritas Brasileira e Sodexo.

“O evento reflete um projeto de integração de pessoas refugiadas por meio do esporte, envolvendo refugiados e imigrantes que representam seus países de origem e que buscam promover suas culturas, talentos e conhecimentos no Brasil. Para o ACNUR, ganham os refugiados, imigrantes e a população brasileira”, afirma José Egas, Representante do ACNUR no Brasil.

A etapa de Brasília contou com a participação de oito seleções: República Democrática do Congo, Cabo Verde, Gana, Paquistão, Haiti, Guiné-Conacri, Colômbia e Venezuela – somando 160 jogadores amadores. Essa rodada contou também com apoio do Governo do Distrito Federal.

Jogador de Guiné-Conacri comemora primeiro gol da partida © ACNUR / Victoria Hugueney

 

A seleção campeã de Guiné-Conacri disputará a chamada Copa do Brasil de Refugiados e Imigrantes, no Rio de Janeiro, que terá a participação dos vencedores das outras rodadas regionais. A grande final está prevista para o fim de outubro.

Com o tema “Reserve um minuto para ouvir uma pessoa que deixou o seu país”, a edição de 2019 da competição envolverá aproximadamente 1.120 atletas de 39 nacionalidades, reunindo pessoas em situação de refúgio e imigrantes.

Gana vence Cabo Verde

Mais cedo no mesmo dia, na disputa pelo terceiro lugar da etapa de Brasília, a seleção de Gana bateu por 3 a 0 a equipe de Cabo Verde.

O ganense Eliasu Abdullai marcou um dos gols da partida. “O jogo foi bom, muito disputado. Mas nós jogamos bem e ninguém se machucou, o que é importante.” Abdullai mora na cidade do Gama e está no Brasil há cinco anos.

Seleções de Gana e Cabo Verde posam juntas para foto após a partida de terceiro lugar © ACNUR / Victoria Hugueney

 

Do banco de reservas e com celular gravando, Mohammed Walla, atacante de Gana, realizava a transmissão online da partida para sua família, que está em sua terra natal. Walla está no Brasil há seis anos. “É um grande prazer poder mostrar para minha família a vida e as oportunidades que tenho aqui. Não tenho palavras para dizer como o Brasil é bom para mim”, contou ele.

Abertura da Copa

Foi no Estádio Mané Garrincha o evento de abertura da Copa dos Refugiados e Migrantes 2019. A cerimônia aconteceu na sexta-feira, dia 9, e contou com a presença de autoridades públicas, representates do ACNUR, da OIM e da Federação de Juízes.

Pablo Mattos, Oficial de Proteção do ACNUR, participou da abertura. Segundo ele, o esporte é um importante fator que colabora para a integração de refugiados e migrantes à sociedade de acolhida.

“Não precisa falar inglês, espanhol ou português para jogar futebol, ou ser da Venezuela, Colômbia ou Brasil. O esporte é prova de que existe uma conexão muito maior entre as pessoas do que as diferenças de nacionalidade ou língua. Por isso o ACNUR apoia a Copa dos Refugiados e Imigrantes 2019”, disse Mattos.

Pablo Mattos, à direita, entrega camisa da Guiné-Conacri para jogador © ACNUR / Alan Azevedo

 

Após as falas dos convidados e as apresentações e orientações do corpo organizador, a comitiva seguiu para o gramado do Mané Garrincha para dar o pontapé inicial do evento.

As próximas etapas regionais a serem disputadas serão em Porto Alegre (18 de agosto), Rio de Janeiro (14 e 21 de setembro), Curitiba (14 de setembro), Recife (14 de setembro) e São Paulo (datas a serem confirmadas).

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