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ACNUR e Caritas lançam mapeamento de pessoas em situação de refúgio em São Paulo

São Paulo, 24 de outubro de 2019 – A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Caritas Arquidiocesana de São Paulo (CASP) e lançaram, nesta quarta-feira (23), o relatório “Georreferenciamento de Pessoas em Situação de Refúgio Atendidas pela Caritas Arquidiocesana de São Paulo em 2018”.  Os dados foram levantados […]

Por Maria Carolina Gonçalves e Nilton Carvalho, de São Paulo  |  24 Oct 2019

Os dados foram levantados a partir dos atendimentos a pessoas em situação de refúgio pelo Centro de Referência para Refugiados da Caritas SP no último ano.

São Paulo, 24 de outubro de 2019 – A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Caritas Arquidiocesana de São Paulo (CASP) e lançaram, nesta quarta-feira (23), o relatório “Georreferenciamento de Pessoas em Situação de Refúgio Atendidas pela Caritas Arquidiocesana de São Paulo em 2018”.  Os dados foram levantados a partir dos atendimentos a pessoas em situação de refúgio pelo Centro de Referência para Refugiados da Caritas SP no último ano.

“Este é um trabalho que não acaba aqui, mas sim o início de um esforço que vai apoiar o fortalecimento das políticas públicas”, afirma Cleyton Soares Abreu, coordenador do Centro de Referência para Refugiados da CASP.

Das 84 nacionalidades atendidas pela Caritas em 2018, as 5 maiores representam quase 70% do total de pessoas, sendo elas da Angola (20%), Venezuela (19,8%), República Democrática do Congo (13,6%), Síria (10,7%) e Nigéria (4,15%). Ainda, é possível destacar que a maior parte das pessoas em situação de refúgio vive na Zona Leste da capital paulista (55%), mesmo que Sé e República sejam as localidades com maior número absoluto de residentes – 521 e 466, respectivamente.

A maior parte dos atendidos (75%) já residia no Brasil antes de 2018. Já em relação à população de refugiados que chegou em 2018 (25%), os venezuelanos são apontados como maioria, contabilizando um total de 773 atendidos – versus 57 sírios, 35 burquinenses, 34 cubanos e 32 congoleses.

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Salsabil e sua família vieram da Síria para recomeçar em São Paulo. Hoje, trabalham com culinária árabe © ACNUR/Érico Hiller

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Unidos em São Paulo: Da República Democrática do Congo para o Brasil, aos poucos Lucia (direita) e sua família se apoiam para prosperar na cidade © ACNUR/Érico Hiller

 

O mapeamento é baseado em um recorte de 5.463 pessoas do total de 6.500 refugiados/as ou solicitantes de refúgio atendidos pela CASP em 2018, amostra que representa aqueles/as cujo endereço de residência foi indicado no atendimento, permitindo identificar sua distribuição na cidade. Com esses dados, é possível levantar as principais demandas e dificuldades enfrentadas, como por exemplo regiões que possuem poucos equipamentos públicos (saúde, educação, moradia e transporte), além de oferecer dados estatísticos (como porcentagem por gênero, idade e nacionalidade) que podem orientar políticas públicas e projetos específicos.

“O mapeamento é um marco não só no trabalho com refugiados na cidade de São Paulo, mas representa uma guinada no olhar das políticas e abordagens humanitárias em contexto urbano. É um piloto muito importante para se aprofundar a discussão sobre como melhor proteger e integrar essas pessoas nas cidades.”, diz Sílvia Sander, do ACNUR.

Dados obtidos a partir do mapeamento de 5.643 pessoas em situação de refúgio feitas pela Caritas São Paulo em 2018

Sander mencionou o aumento do número de deslocados forçados no mundo, que ultrapassou a marca de 70 milhões de pessoas em 2018, o que se reflete nos atendimentos em São Paulo. Ela lembra que a maioria dos refugiados e solicitantes de refúgio no mundo estão concentrados nas áreas urbanas. Em 2018, mais de 9 mil pessoas de 115 nacionalidades diferentes solicitaram refúgio somente no estado de São Paulo, sendo o maior contingente na capital, de acordo com o relatório “Refúgio em Números”, do Ministério da Justiça. “Esse mapeamento em São Paulo oportuniza ver um retrato do que ocorre em outros centros urbanos, e também enxergar o nível de diversidade que permeia a capital.”, diz.

O mapeamento apresentado, segundo Sílvia Sander, possibilita ainda a reflexão sobre o que pode ser feito nessas áreas – incluindo projetos não só com as comunidades envolvidas diretamente, mas também com as comunidades de acolhida – a partir da identificação de atores, estruturas comunitárias, serviços públicos e oportunidades presentes nessas áreas. Ou seja, um rico indicativo para ações da sociedade civil, de setores da iniciativa privada e também do poder público.

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