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Refugiada cega supera desafios para seguir estudando

Graças ao apoio recebido pelo ACNUR, Margetu frequenta a escola desde que chegou ao campo de refugiados de Kakuma

Margetu estuda na Escola Primária de Mogadishu, no campo de refugiados de Kakuma, no noroeste do Quênia © ACNUR/Hannah Maule-ffinch

31 Jan 2020

Em um caminho longo e sinuoso, duas meninas caminham juntas para a escola. Uma guiando a outra.


Margetu, a mais alta, carrega folhas grandes e grossas de papel em uma das mãos enquanto a outra segura firmemente a mão de sua melhor amiga Natasha.

Essas folhas de papel significam tudo para Margetu. São seus materiais em braille. Sem eles, a menina de 14 anos não consegue estudar.

Margetu perdeu a visão por razões desconhecidas ainda bebê, quando sua família morava na Etiópia.

Quando ela tinha sete anos, os combates nas regiões central e sul da Etiópia obrigaram sua família a fugir para o país vizinho, o Quênia, em busca de segurança. Eles encontraram refúgio no campo de refugiados de Kakuma, onde vivem desde 2013. A família recebe apoio do ACNUR com abrigo, comida, registro legal e educação.

Quando questionada sobre a vida no campo, Margetu hesita em responder.

“Viver em um campo é… um pouco difícil”, diz, acrescentando rapidamente: “o melhor é vir para a escola, porque então você pode aprender e talvez mudar seu futuro”.

Seu tom de voz pode ser calmo e quieto, mas a força e a resiliência de Margetu brilham quando ela fala.

Graças ao ACNUR e seu parceiro Educate a Child, Margetu frequenta a escola desde que chegou a Kakuma.

“É muito bom poder ir à escola”, explica. “Aprender é muito importante. É algo que pode mudar a vida das pessoas de maneiras diferentes. Quando você aprende, pode conseguir um emprego para ajudar a si mesmo e às pessoas ao seu redor. Estudar é bom para todo mundo.”

Por meio de sua parceria com a Educate a Child, o ACNUR ajuda a garantir que estudantes como Margetu tenham acesso a uma educação de qualidade em Kakuma. Juntos, trabalhamos para treinar e empregar professores qualificados, melhorar a segurança dos ambientes de aprendizagem e fornecer aos alunos material escolar, incluindo dispositivos de assistência especiais para estudantes como o Margetu.

Margetu é cega desde que era bebê e conta com o auxílio de uma máquina de braille na sala de aula

Margetu é cega desde que era bebê e conta com o auxílio de uma máquina de braille na sala de aula © ACNUR/Hannah Maule-ffinch

A paixão e dedicação de Margetu a levaram ao topo de sua classe. Ela aprende todos as matérias com facilidade, mas a sua favorita é o inglês, porque esse é o principal idioma usado pelas diferentes pessoas que vivem em Kakuma para se comunicar.

“É bom ser apaixonada, porque então você pode enfrentar qualquer desafio”

Na escola, Margetu tem uma máquina em braile que usa para participar das atividades da escola. A máquina nem sempre funciona muito bem e Margetu gostaria de ter mais materiais adaptados às suas necessidades. Mas ela não deixa que isso se torne um obstáculo.

Com o apoio do ACNUR, professores e amigos ajudam Margetu a cuidar de suas coisas, levando novas máquinas em braille e os recursos de que ela precisa. E a força de vontade dela a mantém em movimento.

“Existem muitos desafios na escola, mas se você puder enfrentá-los, mais tarde terá uma vida melhor, um futuro melhor”, diz Margetu. “É bom ser apaixonada, porque você pode enfrentar qualquer desafio”. Seu maior desejo é terminar os estudos e conseguir um ótimo emprego, para que possa ajudar outras pessoas como ela.

Margetu quer se tornar advogada, porque “como advogada, você pode ficar ao lado da verdade e de todos aqueles que precisam de ajuda”.

Ao doar para o ACNUR, você ajuda a construir um mundo onde todas as meninas e meninos refugiados tenham acesso à educação de qualidade. Doe hoje mesmo!

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