Américas
Américas
Há anos, a Colômbia está entre os países que mais recebem refugiados e outras pessoas que precisam de proteção internacional em todo o mundo. Os movimentos populacionais continuam em toda a região, com o aumento dos movimentos em direção à América Central, ao México e aos Estados Unidos da América.
Refugiados e migrantes enfrentam riscos à vida e à proteção ao longo das rotas de deslocamento. Em toda a região, o ACNUR atende às necessidades imediatas das populações afetadas, fornecendo assistência para salvar vidas, itens essenciais de socorro e abrigo de emergência.
O ACNUR prioriza a proteção e as soluções duradouras para refugiados e outras populações deslocadas em toda a região das Américas. Respondemos às necessidades imediatas fornecendo abrigo de emergência, alimentos, cuidados médicos e outras formas de assistência vital.
Ao mesmo tempo, trabalhamos com governos e parceiros para fortalecer os sistemas de asilo e os mecanismos de permanência legal, ajudando as pessoas a evitar trajetos perigosos e a acessar proteção.
Nossa abordagem concentra-se em promover a estabilidade das comunidades anfitriãs e soluções de longo prazo, incluindo a integração socioeconômica e a ampliação das oportunidades de reassentamento. Também apoiamos esforços para enfrentar as causas profundas do deslocamento e combater a desinformação.
Principais situações
Venezuela
A saída de pessoas da Venezuela continua sendo uma das maiores situações de deslocamento do mundo. A maioria das pessoas que deixaram a Venezuela em busca de proteção ou de uma vida melhor está vivendo em países da América Latina e do Caribe.
Apesar dos esforços dos países anfitriões para satisfazer as crescentes necessidades dessas pessoas, é necessária uma resposta mais robusta a fim de proteger sua segurança física, preservar seus documentos de identificação e evitar casos de violência sexual e de gênero (VSG), exploração e abuso. Em certas áreas, grupos armados e gangues criminosas estão explorando os recém-chegados e a população local.
América Central
No total, mais de um milhão de pessoas da América Central foram forçadas a deixar suas casas. Os países anfitriões e as comunidades em Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México e Panamá têm feito o possível para acolher as pessoas forçadas a fugir.
O número de nicaraguenses que buscam proteção continua a aumentar na região, principalmente na Costa Rica.