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Série de vídeos do ACNUR e Banco Mundial aborda a inclusão de pessoas refugiadas no mercado de trabalho

Histórias

Série de vídeos do ACNUR e Banco Mundial aborda a inclusão de pessoas refugiadas no mercado de trabalho

"Legado da Esperança – Pessoas Refugiadas no Mercado de Trabalho Brasileiro" traz depoimentos de quatro pessoas refugiadas e comentários de profissionais do ACNUR e Banco Mundial
30 Junho 2025
Tela azul com um homem de camiseta amarela sorrindo com o texto "Legado da Esperança"

O trabalho é fundamental para que pessoas refugiadas possam ter autonomia e estabilidade no país de acolhida. Entretanto, conseguir um emprego em um novo país, que tem outro idioma oficial e possui regras trabalhistas específicas é bastante desafiador para a população refugiada. Por outro lado, as empresas têm dúvidas de como proceder com a contratação destas pessoas e adaptar seus processos e ambientes de trabalho para promover a inclusão.

Foi pensando nisso que o ACNUR, junto ao Banco Mundial, lançou a série Legado da Esperança – Pessoas Refugiadas no Mercado de Trabalho Brasileiro, como parte das produções que marcaram o Dia Mundial do Refugiado, comemorado em 20 de junho. Os quatro vídeos temáticos, publicados nos perfis de LinkedIn e X do ACNUR e do Banco Mundial, esclarecem e dão dicas tanto para as pessoas refugiadas, quanto para as empresas. Protagonizam a abertura dos vídeos quatro pessoas da Venezuela que estão acolhidas, temporariamente, nas Aldeias Infantis. O conteúdo técnico é apresentado por profissionais das duas organizações.

A série é também um chamado às empresas, para que abram suas portas para pessoas refugiadas, que tanto têm a contribuir com seus talentos, conhecimentos e inovação. O setor privado é um agente de transformação fundamental para a inclusão destas pessoas. Confira os vídeos da série Legado da Esperança – Pessoas Refugiadas no Mercado de Trabalho Brasileiro.

1. Como facilitar a integração de pessoas refugiadas no mercado de trabalho no Brasil?

Deirys Laura, mãe solo de duas crianças, comenta suas dificuldades no novo país, especialmente para conseguir um trabalho. Davide Torzilli, representante do ACNUR no Brasil fala sobre as dificuldades e o que o ACNUR tem feito para apoiar estas pessoas.

2. Como os programas de trabalho poderiam atender melhor às necessidades das pessoas refugiadas, considerando a diversidade e os diferentes perfis?

Yeiris Carolina fala sobre o desafio de aprender português para conseguir um bom emprego e se sentir mais familiarizada no Brasil. Raquel Tsukada, Economista de Proteção Social do Banco Mundial, explica as necessidades específicas dos diferentes perfis de refugiados e migrantes com base em um estudo da organização onde trabalha.

3. Além da capacitação profissional, como as pessoas refugiadas podem se desenvolver e no mercado de trabalho?

Jaerlys é venezuelana e tem 18 anos. É inteligente, agilizada e quer saber como conquistar um emprego no Brasil para fazer sua carreira aqui. Ela tem interesse em se desenvolver e crescer. Josefina Posadas, Economista Líder do Banco Mundial, aponta fatores relevantes para o sucesso da inclusão e desenvolvimento de pessoas refugiadas em seus trabalhos no Brasil.

4. O que o ACNUR tem feito para apoiar as empresas com a contratação de pessoas refugiadas?

Victor está há poucos meses no Brasil, mas desde que chegou não parou. Foi voluntário da Operação Acolhida e conseguiu ser interiorizado. Em uma semana na nova cidade, conquistou seu primeiro emprego. Ele espera ser bem recebido e integrado na empresa. Paulo Sérgio Almeida, Oficial de Meios de Vida do ACNUR, comenta como as empresas podem se preparar e se adaptar para realmente promover a inclusão destas pessoas.