Empresas que promovem a inclusão de pessoas refugiadas relatam múltiplos benefícios: maior engajamento de funcionários, motivação da equipe, alto comprometimento do colaborador refugiado com as funções e menor taxa de rotatividade. Pessoas refugiadas trazem mais diversidade ao ambiente de trabalho. 

Além de estar alinhado com estes benefícios, o Empoderando Refugiadas está conectado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e promove o alcance dos mesmos junto à iniciativa privada. Para saber como se engajar ou apoiar, entre em contato com [email protected] 

Conheça abaixo a experiência de empresas que apoiam o Empoderando Refugiadas.

 

SODEXO

O processo de contratação de refugiadas pela Sodexo começou de forma orgânica no Brasil, há mais de uma década. Em 2015, a empresa se tornou parceira do projeto Empoderando Refugiadas – que foi a inspiração para formalizar a política de inclusão de refugiados, que já acontecia na prática. Desde então, foram centenas de contratações. Entre os inúmeros aspectos positivos da contratação de refugiados, a Sodexo destaca o comprometimento destas pessoas com o trabalho e o reflexo que este comportamento produz no restante da equipe. Leia a boa prática completa na publicação da Sodexo na plataforma Empresas com Refugiados.

IGUATEMI

Focada em trazer mais diversidade para o quadro de colaboradores, a rede de shoppings encontrou no Empoderando Refugiadas a inclusão transversal que promove em seu Comitê de Equidade. A Iguatemi foi patrocinadora de uma edição inédita em 2020, focada em mulheres com deficiências, doenças crônicas e/ou com necessidades especiais. Participaram ainda refugiadas que possuíam familiares com deficiências e eram as únicas provedoras de renda da família, representantes dos pilares geracionais (50+) e LGBTQIA+.  O grupo empresarial também mobiliza outras organizações para a contratação de refugiadas e para integrar a iniciativa. Leia a boa prática completa na publicação da Iguatemi na plataforma Empresas com Refugiados.

UNIDAS

Desde 2020, a Unidas é engajada ao projeto. A sensibilização de gestores e equipes fez com que logo no primeiro ano de envolvimento a empresa apoiasse a capacitação de 62 mulheres refugiadas em Boa Vista (RR) e realizasse a contratação de profissionais. A inclusão de pessoas refugiadas no quadro de colaboradores da empresa tem humanizado as equipes e tem englobado novas características aos times cada vez mais diversos. Os impactos positivos destas ações são constatados nas pesquisas internas de engajamento. Leia a boa prática completa na publicação da Unidas na plataforma Empresas com Refugiados.

RENNER

Desde 2016, o Instituto Lojas Renner, braço social da Lojas Renner, desenvolve projetos de capacitação para refugiadas, visando contribuir para a inserção social, o empoderamento das mulheres e sua colocação no mercado de trabalho. Mais de 300 pessoas em situação de refúgio já receberam as formações e outras dezenas foram contratadas para atuar em lojas da Renner, Camicado e Youcom, que integram o grupo empresarial. Em parceria com o Empoderando Refugiadas, a Renner formou a primeira turma do projeto em Boa Vista em 2019. Contratou e interiorizou todas elas. Leia a boa prática completa na publicação da Renner na plataforma Empresas com Refugiados.